Eu sei, eu sei. Eu concordo com vocês. Eu sou irresponsável, desumana e não ligo para os sentimentos do meu querido blog. A verdade é, caros leitores, que como vocês bem sabem, a minha síndrome de criar blogs e abandoná-los atacou novamente. Mas nunca é tarde para se redimir, certo?
Estou de volta, com alguns assuntos nas mangas (na verdade, em qualquer outro lugar menos mangas, já que eu não as uso) e pronta para fazer desse um blog, talvez, mas só talvez, interessante.
O título desse post já diz tudo o que eu quero por em pauta nessa madrugada modorrenta. Mas vamos lá, do começo.
Certo dia, ou melhor, noite, estava eu, deitada no pequeno cubículo que é a minha cama (que por sinal, é a cama debaixo de um beliche, no quarto que eu divido ridiculamente por 18 anos com a minha irmã, mas isso é história pra outro post) quando eu sinto um leve tremor. Primeiro eu pensei ‘legal, um terremoto’. Mas a idéia logo foi descartada quando o tremor veio seguido de um barulho de batuque.
Enfurecida como só eu sei ser quando tenho insônia, gritei ‘Tathyana, para de batucar no beliche’. Eis que, surpreendentemente, ela me responde ‘não estou batucando. É o meu coração. Ele tá batendo muito forte e tá fazendo a beliche se mexer.’
Eu precisei de uns 5 minutos pra processar o que ela havia acabado de dizer. Mas eu deixei ela em paz… afinal, não é de hoje que ela vem tendo uns problemas com taquicardia (e aqui vou eu, me desviando do assunto de novo.) enfim…
Fiquei quieta e me pus a pensar… quão forte é o coração, a ponto de fazer uma beliche de dois andares tremer?
E se a batida do coração pode fazer mesmo a beliche tremer, será que o amor é mesmo capaz de mover coisas?
Talvez quem inventou essa coisa de que o amor move montanhas, não tenha sido guiado somente pela emoção, ou vontade… talvez de algum modo, o amor dele tenha movido realmente alguma coisa. E sendo assim, nesse dia eu realmente parei pra pensar que se eu precisasse mover uma montanha pelo Rodrigo, eu moveria, de verdade.
Eu não sei, mas falar do amor desse jeito pode parecer clichê.. mas a grande verdade, amiguinhos, é que o amor nunca sai de moda. É o tipo de história que todos querem ler, saber sobre, falar, discutir. E além do fator coração-forte-que-mexe-até-a-beliche, eu ainda comecei (e terminei!) de ler a série ‘Crepúsculo’. Isso realmente mexe com o coração de uma garota.
E pra todas que leram e ficaram tristes porque jamais acharam um Edward, bem, me desculpem, mas eu achei um bem parecido. E ele é meu, por exatos 1 ano 3 meses e 26 dias.
Então, por todos esses motivos (o coração batendo, os livros, e o meu namorado) eu posso dizer que eu ainda não sei se o amor move montanhas… talvez eu nunca saiba. Mas eu sei, e como sei, que ele é forte o suficiente pra mover coisas. Mesmo que seja só uma beliche… afinal, todos temos que começar de algum lugar, não?